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O setor de eventos resiste às novas tecnologias, mas só até experimentá-las

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A resistência à mudança vem sendo estudada há décadas. Principalmente com a progressiva aceleração das inovações tecnológicas em vários setores da sociedade. Vivemos essa resistência à tecnologia em nossa vida diária. Pode ser uma coisa simples. Como se limitar a usar os recursos mínimos do controle remoto da TV ou evitar usar aplicativos para eventos.

Aquilo que é conhecido torna-se parte de sua zona de conforto. Ainda que traga menores oportunidades de contato, seja menos produtivo, mais trabalhoso e caro. As mudanças alteram o que já está estabelecido e considerado como paradigma. A necessidade de adaptação acaba por ser encarada de forma negativa.

Na área empresarial, estudos realizados desde a década de 70 apontam razões que devem ser levados em conta para lidar com a resistência. Falta de compreensão ou confiança nos seus benefícios, avaliação divergente dos motivos que levam à mudança, temor de perda do emprego e até menor capacidade pessoal para se adaptar a novos procedimentos e rotinas de trabalho.

Baseados em teorias de psicologia comportamental, pesquisadores criaram na década de 80 um modelo de aceitação da tecnologia (Technology Acceptance Model – TAM). Ele é fundamentado, principalmente, na utilidade e a facilidade de uso percebidas pelos usuários. Este modelo evoluiu posteriormente para abranger processos de influência social e processos cognitivos. E, mais recentemente, incluiu percepção de risco, em estudos sobre e-commerce.

Resistência à tecnologia?

Os fatores envolvidos na aceitação de novas tecnologias, portanto, são variados e estão sujeitos ao debate acadêmico. Mas sobre o que resta pouca dúvida é que evitá-las pode trazer consequências sérias para a sobrevivência pessoal e empresarial num meio competitivo. É por isso que o setor de eventos vem absorvendo novidades a passos largos, como o emprego de tecnologia mobile, uma das tendências para o setor em 2016.

Para os organizadores, um aplicativo para eventos não representa somente uma novidade. Ele preenche o requisito de utilidade ao reduzir custos. Oferecer um canal adicional aos patrocinadores. E, além disso, assegurar um conjunto de serviços integrados aos participantes.

Para ter sucesso na aceitação pelo seu público-alvo, algumas medidas adicionais podem ser empregadas. Tais como promover o aplicativo na página do evento na internet. Mencioná-lo no material impresso. E, naturalmente, assegurar que o wi fi seja suficiente para o número de participantes!

Como vimos, a facilidade de uso também é vital para a aceitação de uma nova tecnologia. Por isso, o aplicativo para eventos deve ter uma interface intuitiva e acessível. Ainda que reúna mais de 50 funcionalidades, como ocorre com os aplicativos que desenvolvemos para os eventos.

Entre estas features estão algumas que já fazem parte do cotidiano de grande parte dos usuários de celulares.  Tais  como o chat (quem é que não usa aplicativo de mensagens instantâneas hoje em dia?). A agenda de contato dos participantes, com perfis e informações de contato. E as notificações por push, que mantêm o usuário informado sobre evento e são usadas atualmente para organização pessoal.

Não há resistência à tecnologia que impeça essas mudanças.

E aí? Conte pra gente! Você usa bastante tecnologia em seus eventos?

 

como inovar em eventos com a tecnologia gerando resultados

 

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