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2 técnicas (e 1 truque) para resolver problemas na organização de eventos

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Durante todo o processo de planejamento e organização de eventos há necessidade de tomar decisões rápidas. E também resolver problemas inesperados. Não é para menos que esta seja considerada como uma das profissões mais estressantes. Além dos imprevistos, é preciso resolver questões que nem sempre têm uma resposta simples e direta.

Estas questões podem surgir desde a fase de planejamento. Entre duas locações com custos e infraestrutura semelhantes, qual escolher? Será uma boa ideia alterar a programação em relação a anos anteriores? Que palestrantes devem ser convidados? O investimento em novas tecnologias é compensador? Não importa se o evento é periódico e a equipe é experiente e competente. Haverá sempre algo que precisa ser solucionado que não existia em edições anteriores.

Se seu problema for escolher um aplicativo para eventos, a InEvent já conta com soluções disponíveis para todos os portes e orçamentos. Porém, se o seu problema for outro, é uma boa ideia conhecer técnicas derivadas de pesquisas recentes sobre o funcionamento cerebral e que podem ser utilizadas para solucionar problemas que surgem na organização de eventos.

Resolva um problema de cada vez

As pesquisas sobre o cérebro indicam que não somos multitarefas, especialmente no que se refere a questões que envolvam concentração. Isso não significa que o cérebro não execute várias tarefas ao mesmo tempo – o que realmente ocorre em relação aos sistemas autônomos do corpo. Porém, na atenção consciente não há escapatória: a concentração requer processos que ocorrem de forma sequencial, um de cada vez.

No livro Aumente o poder do seu cérebro, John Medina exemplifica o fato com uma pessoa que está escrevendo e recebe um e-mail. Para começar a escrever, dois passos são necessários. A ativação do córtex pré-frontal e a ativação de neurônios. Processos bastante rápidos, que duram décimos de segundos.

Porém, quando o e-mail chega e os sistemas sensoriais captam o aviso, esse processo ocorre novamente, com liberação da tarefa anterior e a ativação de novos neurônios capazes de lidar com o novo tema.
Tudo vai se passando sequencialmente, portanto, imagine a confusão cerebral quando se pula de uma tarefa para o outra.
É por isso que você se pergunta “onde é que eu estava mesmo?” quando retoma a tarefa que deixou de lado para atender a uma outra questão relativa ao planejamento e organização de eventos.

De acordo com Medina, estudos mostram que uma pessoa que sofre interrupções demora mais 50% para concluir uma tarefa, e erra 50% mais.

Use o pensamento lateral

Pensar na solução de um problema de forma criativa é o que prevê o uso do chamado pensamento lateral. Expressão cunhada por Edward de Bono no final da década de 60. Em oposição ao chamado pensamento vertical, que segue a lógica convencional, essa forma de pensar, segundo ele, está na origem de ideias inovadoras ao longo dos tempos.

Em síntese, significa abordar o problema de forma diferente – e, a partir daí, encontrar respostas que parecem muito simples à primeira vista.

Para exemplificar seu conceito, Bono relata no livro O Pensamento Lateral o problema das pedrinhas. Um agiota propõe a um mercador que lhe devia dinheiro (e que tinha uma bela filha) que a moça apanhasse uma pedrinha de uma sacola que continha uma preta e uma branca. Se a moça pegasse a branca, a dívida seria cancelada; se pegasse a preta, ela se casaria com o agiota, que perdoaria a dívida. Porém, se ela se recusasse a pegar uma das pedras, o pai iria para a prisão.

O agiota pega duas pedras do passeio cheio de cascalhos e a moça nota que, na verdade, ele apanhou duas pedrinhas pretas. Isso a deixou com um problema insolúvel pela lógica convencional: em qualquer das opções ocorreria a prisão ou o casamento.

A moça, porém, vai por outro caminho: ela pega uma das pedras pretas, sem que os dois vejam, e a deixa cair no chão. “Como sou desastrada! Mas não tem importância… É só ver qual pedra restou no saco para ver qual a cor da que caiu, não é?”

… E o truque da moeda

No livro Incógnito – As Vidas Secretas do Cérebro, David Eagleman relata descobertas intrigantes sobre o funcionamento cerebral. Uma delas é a de que o cérebro aciona um determinado padrão corporal relacionado a um acontecimento, e, caso ele ocorra de novo, teremos a mesma sensação, independente da atenção consciente. Seria a origem dos palpites que aparentemente não têm razão lógica.

Para acessar esse conhecimento inconsciente quando se está indeciso entre duas escolhas, ele sugere um truque. Pegue uma moeda e atribua a cada um dos lados uma das opções. Jogue a moeda e veja, ou melhor, sinta o resultado: Se for uma sutil sensação de alívio, esta é a resposta certa para você. Porém, se o resultado levar à conclusão de que é ridículo usar uma moeda para resolver problemas (ou caso se sinta tentado a jogar a moeda de novo), então é melhor escolher a outra opção.

Evite e corra dos problemas 😛 !!!

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